
Não vês ó homem rico, a cujo Fisco
Não pagas por amor aos teus cifrões,
Que uns ao morrer ali, outros em risco,
São seres como tu… e são milhões?
Não vês tu homem nobre, que governas
Que é sob o mesmo sol, as mesmas luas,
Que moram tais crianças que são ternas
E gostam de sorrir tal qual as tuas?
